4 de jun de 2014

Da Hora Sexta até a Hora Nona


Três horas de trevas sobre toda a terra (da hora sexta até a hora nona), ali no calvário o meu e o seu pecado recaiu sobre Jesus, todas as chagas da humanidade foram postas numa só pessoa.  Aquele que viveu na luz, assumiu plenamente a nossa escuridão de iniquidades, de forma que momentaneamente perdeu a comunhão com o Pai (“Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, por que me desamparaste?”)

Este foi, sem dúvida, o momento mais dramático da história da humanidade, uma atitude de amor exponencial inigualável, onde a pujança daquele momento fez a terra tremer, rochas fenderem-se, túmulos se abrirem e mortos ressuscitarem (dá para imaginar a magnitude deste fato?).

O sangue do justo estava sendo derramado e a sua vida entregue voluntariamente como pagamento pela remissão definitiva dos pecados. Ali, naquela cruz de vergonha e dor, estava se cumprindo o que os profetas haviam falado, as escrituras estavam se cumprindo, Deus,  finalmente, estava restabelecendo a via de acesso entre Ele e a sua criatura (o véu foi rasgado).

Diante destes fatos não tem meio termo, não há uma terceira opção; ou sim, ou não; ou creio, ou não creio; ou aceito, ou não aceito; ou reconheço, ou rejeito esta verdade. Sabendo que a decisão tomada implicará para a eternidade, pois como está escrito: “ Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” (Jo 11:40)

Em meio a trevas, na cruz dolorosa e de braços abertos, Jesus Cristo abriu o caminho da reconciliação. “eu sou o caminho, e a verdade e a vida; e ninguém vem ao Pai, senão por mim” (Jo 14:6).

Naquele momento, o convite feito lá no sermão do monte, tornou-se ainda mais patente: “vinde a mim vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei”. O seu sangue nos trazia perdão e a suas chagas nos concedia alívio. As trevas daquele dia existiram para que hoje pudéssemos andar na luz.
Cabe portanto, refletir com urgência e toda franqueza conforme a canção de João Diener.

(A Última Hora)
“Ao findar o labor desta vida, /Quando a morte ao teu lado chegar,
Que destino há de ter tua alma? /Qual será no futuro o teu lar?
Meu amigo hoje tens a escolha
Vida ou morte o que vais aceitar
Amanhã pode ser muito tarde
Hoje Cristo te quer libertar
Tu procuras a paz neste mundo/ em prazeres que passam em vão
Mas na última hora da vida/ Eles já não te satisfarão
Meu amigo hoje tens a escolha
Vida ou morte o que vais aceitar
Amanhã pode ser muito tarde
Se decides deixar teus pecados/ E entregar tua vida a Jesus
Trilharás sim, na última hora/ O caminho da brilhante luz.
Meu amigo hoje tens a escolha
Vida ou morte o que vais aceitar
Amanhã pode ser muito tarde
Hoje Cristo quer te libertar 

Um grande abraço e que Deus te abençoe!



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