26/07/2014

Batista El Shadday Arapiraca - AL

Hoje a noite estaremos em Arapiraca, juntamente com os irmãos da igreja Batista El Shadday. 

Vamos lá?





13/06/2014

Brava gente brasileira

A “nossa” copa chegou! Tempo de ver a nossa gente (brava gente brasileira) correr apressada para frente da TV, para torcer pelos heróis que se dispuseram, com bravura inigualável, defender as nossas cores verde e amarela contra seleções do resto do mundo em troca de míseros 1,1 milhão (para cada jogador – caso sejam campeões) algo em torno de 36 mil por dia por dia de serviço duríssimos. Um grande sacrifício!
Aliás, a abertura da “nossa copa” ontem atestou aquilo que a gente (brava gente brasileira) já esperava e, como disse o tão querido Galvão Bueno, “foi de arrepiar”.
Fiquei arrepiado com o fiasco da festa de abertura – uma vergonha internacional; fiquei arrepiado com o gesto dos nossos anfitriões da festa que entraram escondidos e permaneceram camuflados no superfaturadíssimo itaquerão, mas que nem por isso deixaram de ouvir o “brado retumbante” e muito deselegante (Ei Dilma vai...), da nossa brava gente da classe média – únicos que puderam chegar perto e entrar na arena. Fato que aponta que o penhor da igualdade está longe de ser uma realidade no Brasil.
Eu fico tropeçando em meus sentimentos, se torço contra, sou contra a Zé, um cidadão que encontrei num sinal de trânsito da minha cidade (representante autêntico da nossa brava gente brasileira) que investiu tudo o que tinha e quem sabe até os R$ 70,00 do bolsa família para comprar e revender capinha de retrovisor, bandeirinha do Brasil e apito. Se o Brasil perder ele vai ficar num prejuízo medonho.
Se torço contra colaboro com a brava oposição brasileira, um bando de urubus, que querem que o pior aconteça para tomar o poder.
Se torço contra me alio ao bravos baderneiros  que aguardam de porretes nas mãos um possível  fiasco, para saírem quebrando tudo o que encontrarem pela frente , defendendo uma causa que nem mesmo eles sabem qual é.
Por outro lado, se torço a favor passo a avalizar a maneira escrachada  e ultrajante que a nossa brava gente brasileira foi surrupiada para que a “nossa” copa acontecesse. “O que tinha de ser roubado já foi” – Palavras da Diretora do Comitê da Copa, Joana Havelanche.
Se torço a favor estarei validando a confecção do “santinho político” mais caro que já se viu, e parafraseando o “meu” dileto conterrâneo Luiz Inácio Lula da Silva, “nunca na história deste país” se pagou tão caro por uma eleição.
Particularmente, estou muito bravo e envergonhado com tudo isso. Me envergonho com este Brasil que se estampa na “nossa” copa e que a minha geração está entregando aos meus filhos, a nova geração de brava gente brasileira.
Na “nossa” copa fulgura um  Brasil que, infelizmente, não adorna a América com florão. Pelo contrário, somos uma Nação que espelha o pecado, que desnuda o nosso opróbrio e todas as nossas mazelas.
Oro, porém, pelas futuras copas, para que Deus levante gente com temor e disposta a servi-Lo. Oro para que o Brasil seja, de fato, uma pátria livre de tudo isso que nós temos visto e que tanto entristece.
Que o Senhor dispense graça e misericórdia sobre a nossa gente – brava gente brasileira.
Um abraço!

04/06/2014

Da Hora Sexta até a Hora Nona


Três horas de trevas sobre toda a terra (da hora sexta até a hora nona), ali no calvário o meu e o seu pecado recaiu sobre Jesus, todas as chagas da humanidade foram postas numa só pessoa.  Aquele que viveu na luz, assumiu plenamente a nossa escuridão de iniquidades, de forma que momentaneamente perdeu a comunhão com o Pai (“Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, por que me desamparaste?”)

Este foi, sem dúvida, o momento mais dramático da história da humanidade, uma atitude de amor exponencial inigualável, onde a pujança daquele momento fez a terra tremer, rochas fenderem-se, túmulos se abrirem e mortos ressuscitarem (dá para imaginar a magnitude deste fato?).

O sangue do justo estava sendo derramado e a sua vida entregue voluntariamente como pagamento pela remissão definitiva dos pecados. Ali, naquela cruz de vergonha e dor, estava se cumprindo o que os profetas haviam falado, as escrituras estavam se cumprindo, Deus,  finalmente, estava restabelecendo a via de acesso entre Ele e a sua criatura (o véu foi rasgado).

Diante destes fatos não tem meio termo, não há uma terceira opção; ou sim, ou não; ou creio, ou não creio; ou aceito, ou não aceito; ou reconheço, ou rejeito esta verdade. Sabendo que a decisão tomada implicará para a eternidade, pois como está escrito: “ Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” (Jo 11:40)

Em meio a trevas, na cruz dolorosa e de braços abertos, Jesus Cristo abriu o caminho da reconciliação. “eu sou o caminho, e a verdade e a vida; e ninguém vem ao Pai, senão por mim” (Jo 14:6).

Naquele momento, o convite feito lá no sermão do monte, tornou-se ainda mais patente: “vinde a mim vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei”. O seu sangue nos trazia perdão e a suas chagas nos concedia alívio. As trevas daquele dia existiram para que hoje pudéssemos andar na luz.
Cabe portanto, refletir com urgência e toda franqueza conforme a canção de João Diener.

(A Última Hora)
“Ao findar o labor desta vida, /Quando a morte ao teu lado chegar,
Que destino há de ter tua alma? /Qual será no futuro o teu lar?
Meu amigo hoje tens a escolha
Vida ou morte o que vais aceitar
Amanhã pode ser muito tarde
Hoje Cristo te quer libertar
Tu procuras a paz neste mundo/ em prazeres que passam em vão
Mas na última hora da vida/ Eles já não te satisfarão
Meu amigo hoje tens a escolha
Vida ou morte o que vais aceitar
Amanhã pode ser muito tarde
Se decides deixar teus pecados/ E entregar tua vida a Jesus
Trilharás sim, na última hora/ O caminho da brilhante luz.
Meu amigo hoje tens a escolha
Vida ou morte o que vais aceitar
Amanhã pode ser muito tarde
Hoje Cristo quer te libertar 

Um grande abraço e que Deus te abençoe!